De acordo com a corporação, os policiais foram acionados para atender a uma ocorrência de lesão corporal qualificada pela Lei Maria da Penha, que protege mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Ao chegarem ao endereço informado, os militares encontraram a vítima abalada, mas consciente.

A mulher relatou que havia saído para fazer compras e, ao retornar para casa, foi surpreendida pelo filho, que iniciou as agressões. Não foram detalhados, até o momento, o tipo de violência empregada nem a duração exata do ataque.

Segundo o relato da vítima à Polícia Militar, as agressões só cessaram quando a cadela da família avançou contra o agressor, criando tempo para que ela se afastasse. A intervenção do animal permitiu que a mulher se protegesse e buscasse ajuda.

Ainda conforme a vítima, o filho apresenta transtornos desde o ano de 2020. Não foram informados, contudo, detalhes sobre diagnósticos, tratamentos ou acompanhamento médico.

Após ouvir a mulher e localizar o suspeito, os policiais do 20º BPM conduziram mãe e filho à Delegacia de Polícia Civil de Paulo Afonso. No local, foram registrados os depoimentos e formalizados os procedimentos iniciais.

As medidas legais cabíveis em situações de violência doméstica podem incluir pedido de medidas protetivas de urgência, como afastamento do agressor do lar, proibição de contato com a vítima e outras determinações judiciais. Nesse caso específico, não foram divulgadas quais providências a autoridade policial adotou após o registro da ocorrência.

Até o momento, não há mais informações oficiais sobre o estado de saúde da vítima nem sobre a situação processual do suspeito.

FONTEchicosabetudo.com.br
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